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Espiritualidade / 01 out 2020

Fragilização | Conexão Final

Fragilização

Ainda hoje, depois de todos estes anos, fico espantada com as coisas que vou descobrindo acerca de espiritualidade e evolução. Percebo cada vez mais que o que aprendemos na nossa infância e adolescência é o oposto do que a vida depois irá pedir-nos. E quando crescemos, já estamos tão viciados nos comportamentos adquiridos, que acabamos ensinando às nossas crianças tudo o que aprendemos, perpetuando assim padrões espiritual e energeticamente equivocados. 

Chorar, por exemplo. Ensinam-nos que devemos ser fortes e que chorar é uma fraqueza. Ensinam-nos que as emoções não têm assim tanta importância, e que devemos ser lógicos. E a vida pede o oposto disso. Pede fragilização. Pede que façamos cada luto das perdas que temos, de cada uma das perdas, da mais ínfima à maior. 

E como estamos sempre tentando ser fortes, seguindo a lógica da nossa mente, não conseguimos dar o que a vida pede, e... aí vem mais perda. Porque a vida é incrivelmente cirúrgica. Eu costumo dizer que sou terapeuta, mas a vida é uma terapeuta muito mais poderosa. Mais precisa. Mais rude, até. Porque para a vida, ou vai ou racha. 

Uma das coisas que a vida nos obriga é a fragilizar.

E por que? Fragilizar é entrar em contato com as nossas emoções. E entrar em contato com as nossas emoções é priorizar a nossa Alma. 

Quando a pessoa está invadida pelo ego, só pensa pela lógica. Tudo tem que ter lógica. O ego é um sistema de sobrevivência que já vem desde o tempo do homem das cavernas – era o ego que fazia os homens dessa época pensarem pela lógica para sobreviverem. Era a lógica que os fazia caçar, pescar, aquecer-se. As emoções não lhes traziam sobrevivência. Até aqui está tudo certo. Só que hoje, todo o corpo sutil do ser humano já está mais avançado, mais evoluído. A Alma está mais desperta, e quer manifestar-se. E ela só se manifesta pelas emoções. E como o ego quer sempre dominar pela lógica, pela mente, tenta matar as emoções... sem perceber que está tentando matar a Alma. 

E por isso é que é tão importante equilibrar.

Equilibrar o ego e a Alma.

Equilibrar a mente e a emoção. Enquanto na época das cavernas não era preciso equilibrar nada, porque o ser humano ainda estava numa fase muito inicial da sua evolução, agora, com passar do tempo vai pedindo novos passos, novas etapas. Agora, o que está sendo pedido é realmente este equilíbrio. Por isso tanta literatura acerca da Alma, acerca da espiritualidade, acerca da Conexão. 

E por que? Porque precisamente agora está na hora do ser humano pôr o ego um pouco a parte – tem sido exageradamente exacerbado – e equilibrar com a Alma. 

A fragilização é o que mais equilibra ego e Alma. Quem é que sente? É a Alma. A Alma não pensa, ela sente. Basta uma pessoa não aceitar fazer esse processo de fragilização, vai começar a atrair alguns eventos negativos, para obrigar a fragilizar, para obrigar a sentir. Qual é a melhor forma de deixar de atrair os eventos negativos? É fragilizar, isto é, é viver com as emoções. As pessoas que vivem com a emoção à flor da pele atraem menos eventos negativos. Por que? Porque já não é preciso. A vida já não pede para fragilizar, porque a pessoa já está fragilizada. 

Quanto mais nós nos fragilizamos, mais percebemos que afinal não é tão mau, não é tão ruim o estar sensível. Pelo contrário. É um dom. É muito bom. Quando a pessoa está sensível, ela consegue SE sentir. 

E não há nada que faça a vida ter mais sentido do que uma pessoa conseguir SE sentir. 


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Alexandra Solnado
Alexandra Solnado

Alex Solnado é a autora portuguesa na área da espiritualidade com maior projeção mundial. Como nunca foi religiosa, o seu desenvolvimento espiritual acabou por passar por outras vias. Estudou Astrologia Kármica, Ciência Esotérica e Meditação. Em Março de 2002 numa Meditação, Jesus apareceu. Disse que tinha muita coisa para dizer, se ela estava disposta a escrever. A partir daí começam as mensagens… até hoje.

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