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Espiritualidade / 08 jul 2021

Gratidão

Gratidão

O ser humano vem à Terra, sem nada, nu, dependente e ingênuo. Em pouquíssimos anos, o seu ego convence-o de que tem direito a tudo. Que a vida tem que lhe dar mais e mais, mesmo que ele não faça nada por isso. 

E quanto mais a vida lhe mostra que as coisas não são bem assim, mais ele luta, guerreia, briga, grita, esperneia, bate, magoa, mata... para que a vida seja como ele quer. 

A gratidão começa quando nós consideramos que nada é nosso.

E que a vida não nos deve absolutamente nada. Pelo contrário. Nós é que devemos à vida a vida que temos. A partir desse momento em que sabemos que não temos nada, que não possuímos nada, que nada nos é devido pela vida, a partir desse minuto, nós começamos a olhar para o que temos, começamos a olhar para o que a vida nos deu, para o que a vida nos dá todos os dias, e começamos a sentir uma tremenda gratidão. É uma sensação incrível perceber que o Céu pensa em nós. Perceber que o Céu cuida. 

E quando aceitamos que não temos nada e que a vida está nos  dando tanta coisa, tantas bênçãos, não só sentimos gratidão, como começamos a sentir que merecemos, começamos a sentir que somos capazes, começamos a sentir que o Céu olhou por nós, começamos a sentir-nos protegidos. 

E todas essas sensações juntas é que fazem com que a gratidão seja, depois do Amor Incondicional, uma das maiores emoções humanas. E as emoções mais nobres, tais como o amor, a gratidão, a ética, a solidariedade, elevam incrivelmente a nossa vibração. 

Quando nós vibramos pela gratidão, por essa altíssima frequência vibratória, começamos a emanar essa energia extremamente positiva. E sendo a vida um eco, ela não tem outra hipótese senão começar a devolver. Por isso ela vai enviar acontecimentos, circunstâncias, situações, pessoas, que espelham essa vibração positiva. 

É claro que é uma vibração difícil de manter no dia-a-dia. Porque temos que escolher a cada minuto da nossa vida, a cada segundo da nossa vida. Por mais que tenhamos o compromisso de vibrar o mais alto que consigamos, a todas as horas da nossa vida, no dia-a-dia cruzamos com pessoas que não têm essa escolha. 

Um exemplo quotidiano: estamos no trânsito e há uma pessoa que apita e que grita e que berra. Depois passa uma outra pessoa ao telefone a discutir. Depois uma outra pessoa trata-nos mal ou fala de uma maneira rude. Como manter a nossa vibração? Como não a baixar? 

A única hipótese que temos é não nos misturarmos com a energia das pessoas.

É entender que a pessoa está na vida dela, escolheu aquilo, mas nós não escolhemos aquilo, o nosso compromisso é outro. Claro que há recaídas, há momentos em que nós nos misturamos realmente e isso só quer dizer que o que temos aqui dentro ainda não está completamente resolvido. 

E o que podemos fazer? 

– Bom, eu me misturei com aquela pessoa, quer dizer que o que eu tenho aqui dentro ainda baixa de vibração. Tenho que me limpar, ou tenho que ir à minha dor, ou tenho que ir a uma Vida Passada para tentar encontrar o que está bloqueado. Ainda trago memórias dessa circunstância, dessa dor que não foi drenada, que não foi libertada. Ainda trago violência. Ainda atraio violência. Tenho que fazer o meu trabalho espiritual para conseguir limpar-me dessa densidade que fez com que eu me baixasse ao nível da vibração das outras pessoas, que fez com que eu não conseguisse manter a minha energia. 

E depois, no fim desse processo, você vai acabar sentindo gratidão por aquela pessoa que foi rude com você. Porque na realidade ela denunciou algo que você tinha dentro de si, mas não sabia. E isso já estava fazendo com que emanasse violência, por conseguinte, já estava fazendo com que você atraísse violência. Tinha que ser limpo. E ao sentir gratidão, volta a subir a sua frequência. 

Assunto resolvido. Como vê, valeu para evoluir mais um pouquinho. 

Por isso, quando alguém lhe propuser algum tipo de violência, em vez de ficar zangado com a pessoa ou em vez de descer à energia dela e dar o troco, não: 

– Eu tenho que perceber que ainda estou emanando alguma energia negativa, porque se eu não estivesse, eu não teria atraído nada de negativo, pois a vida é um eco. Atraí violência para denunciar a minha violência interior que tem que ser limpa. Vou limpar. Depois eu vou agradecer à pessoa que me propôs violência, e com isso volto à gratidão, volto a subir a minha energia. Volto a evoluir. 

Só quem se põe em causa consegue entender este processo de olhar para a vida percebendo que ela é um espelho da nossa vibração, e sentir gratidão por poder limpar e por poder corrigir-se a cada passo do caminho. E esse é o ciclo da gratidão, que na realidade é o ciclo da evolução. 


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Alexandra Solnado
Alexandra Solnado

Alex Solnado é a autora portuguesa na área da espiritualidade com maior projeção mundial. Como nunca foi religiosa, o seu desenvolvimento espiritual acabou por passar por outras vias. Estudou Astrologia Kármica, Ciência Esotérica e Meditação. Em Março de 2002 numa Meditação, Jesus apareceu. Disse que tinha muita coisa para dizer, se ela estava disposta a escrever. A partir daí começam as mensagens… até hoje.

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